Veneciana é corretora de imóveis nos Estados Unidos

0
2556
» Fernanda Calatroni Valeriano é filha da professora aposentada, Marilda Calatroni Valeriano e sobrinha, da também, professora Maerth Calatroni de Araújo

Cidadã americana, moradora de Boston, Fernanda Calatroni Valeriano é fluente no Inglês e mora no País há quase 20 anos

Continuando a série de reportagens sobre venecianos que moram mundo afora, a entrevistada de hoje de A Notícia é a Fernanda Calatroni Valeriano, que reside atualmente em Boston, nos Estados Unidos.

Corretora de imóvel, Fernanda está há quase 20 anos no País norte-americano, e além de Boston, morou em Las Vegas também. “Por muitos anos trabalhei como babá e também em cassino e por último, trabalho com corretagem de imóveis”. Sobre o ramo, ela relata. “Sou corretora residencial, então, o tipo e valor dos imóveis, dependem do cliente, depende do crédito de cada um. Vendo imóveis de valores mais em conta, como os de luxo de também”, relata.

Fluente na língua inglesa, Fernanda conta que pensou em ficar nos Estados Unidos somente por dois anos, para juntar dinheiro, e depois retornar ao Brasil. “Meu pensamento foi juntar uma grana e voltar, terminar a faculdade e continuar a minha vida no Brasil. Mas depois do primeiro ano aqui, eu já sabia que não queria voltar”, diz.

Entre o que mais gosta nos EUA é a segurança, estabilidade, a conveniência e fato das pessoas serem valorizadas em qualquer tipo de trabalho. O que eu não gosto é do frio, mas não posso reclamar, só tenho a agradecer por tudo”, revela.

Cidadã americana, Fernanda é filha da professora aposentada Marilda Calatroni Valeriano, sobrinha da também professora Maerth Calatroni de Araújo, e irmã de Juliana Calatroni Valeriano Berger.

Em Nova Venécia, uma das escolas que a veneciana estudou e que guarda lembranças, é a extinta Escola Coopev. “Lembro da Lucinha e Isabel Campos, professoras maravilhosas”, fala.

Fernanda, que visita o Brasil uma vez por ano, relata que gosta de vir a Nova Venécia para rever os familiares e amigos. “É muito bom rever todos, para relembrar as boas lembranças dos tempos antigos, matar a saudade. Sobre voltar para o Brasil, creio que por enquanto não, somente se um dia eu precisar”, finaliza.

Compartilhar

Deixe uma resposta

*