Oficiais da Tríplice Divisa se reúnem no 2º BPM

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No último dia 09, em Nova Venécia, aconteceu a primeira reunião da Tríplice Divisa (PMES, PMMG e PMBA). Na oportunidade, o Tenente-coronel Sebastião Aleixo Batista, Comandante do 2º BPM, reuniu-se com Oficiais das Polícias Militares de Minas Gerais e da Bahia.

O encontro foi realizado no auditório da Unidade e contou com a participação dos seguintes Oficiais: Coronel PM Sérvio Túlio Mariano Salazar (PMMG – Comandante da 15ª RPM); Tenente-coronel PM Luciano Freire (PMMG – Comandante da 24ª Cia Ind.); Major PM Jefson Coelho Correia (PMES – Subcomandante do 2º BPM); Major PM Anilton Silva de Almeida (PMBA – Comandante da 89ª CIPM); Capitão PM Amarildo Adolfo (PMES – Chefe da P/2 do 2º BPM); Capitão Freire da PMBA; Tenente PM Thiago Henrick de Araújo Brandão (PMBA – Chefe SPO da 89ª CIPM); Aspirante Oficial PM Philipe Mateus Monteiro (PMBA – Comandante do 1º Pelotão da 89ª CIPM) e da Subtenente PM Betânia Carlinda da Silva Soares (PMBA – 89ª CIPM).

Um dos principais assuntos tratados na reunião foi o III Encontro dos Gestores da Tríplice Divisa, que será realizado no estado de Minas Gerais, já que o primeiro foi realizado na cidade de Porto Seguro, estado da Bahia (2016) e o segundo na cidade de Nova Venécia, Espírito Santo (2017). Outra pauta do evento foi à preocupação com as ações criminosas desenvolvidas por membros “novo cangaço” e integrantes da facção criminosa denominada PCC, que tem promovido constantes ataques em algumas cidades dos Estados de Minas Gerais e Bahia, por meio de explosão de caixas eletrônicos e empresas de guarda de valores, como ocorrido recentemente na cidade de Eunápolis (BA).

Ao final, o Tenente-coronel Aleixo fez uma explanação das principais ações desencadeadas pelo 2º BPM, em parceria com a Polícia Federal na região Noroeste do Estado do Espírito Santo e a interação que o Serviço de Inteligência do 2º BPM tem com o Ministério Público e com o Poder Judiciário, o que tem resultado em grandes operações de inteligência, que tem colaborado significativamente para o enfrentamento da criminalidade e a redução nos índices de violência na região.

O Comandante dissecou que para o cidadão mediano, a produção da Tríplice Divisa se dá quando são realizadas grandes operações com grandes números de presos e materiais apreendidos, de preferência nos três estados. No entanto a produção se dá principalmente na dissuasão dos grupos criminosos, que gera o “não fato”, o que naturalmente é percebido pelo cidadão. Desse modo, muita gente vive melhor em virtude desta união, finalizou o Tenente-coronel Aleixo.

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