Peixes apareceram mortos em uma área banhada pelo Rio Angelim, afluente do Rio Itaúnas, na altura da comunidade quilombola Angelim II, em Conceição da Barra, no Norte do Espírito Santo. A suspeita é de que tenha ocorrido uma contaminação por vinhaça na área da empresa Alcon, que fica na região.
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O Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema) informou, por nota, “que segue monitorando os impactos ambientais causados pelo derramamento de vinhaça no Córrego Angelim. O foco inicial do trabalho foi avaliar os impactos ambientais e determinar à empresa responsável os procedimentos emergenciais de remediação”.
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“A equipe do Iema também está monitorando as águas do Rio Angelim, para verificar se a contaminação pode alcançar o Rio Itaúnas e afetar diretamente a área do Parque Estadual de Itaúnas. Até o momento, não foram identificados sinais de contaminação nos pontos monitorados”, disse o órgão.
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Conforme o Iema, nesta sexta-feira (15), a equipe continua percorrendo a extensão do córrego e do Rio Itaúnas para verificar possíveis danos e está fiscalizando os trabalhos de limpeza e recuperação realizados pela empresa.
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O Iema explicou que “vinhaça é uma substância orgânica que se dilui na água e, com a correnteza do Córrego Angelim e do Rio Itaúnas, tende a perder gradualmente sua capacidade de causar danos ambientais. Esse processo reduz a possibilidade de impactos nas áreas do Parque Estadual de Itaúnas, além de dificultar a identificação da presença do produto na água”.
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A reportagem procurou a empresa Alcon para um posicionamento, mas não obteve resposta até a última atualização deste texto.





