quarta-feira, junho 17, 2026
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Estudante de Baixo Guandu, no ES, morre afogado no Rio Doce em Aimorés, MG

Guilherme Trindade Gonçalves, de 17 anos, nadava no rio no domingo (10), quando afundou. Corpo foi achado dois dias depois

Um adolescente de 17 anos, identificado como Guilherme Trindade Gonçalves, morreu após se afogar no Rio Doce, em Aimorés, no Leste de Minas Gerais. O garoto, que estudava em uma escola estadual de Baixo Guandu, no Noroeste do Espírito Santo, sumiu no domingo (10), e o corpo dele foi encontrado na terça-feira (12).

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Segundo a Polícia Civil mineira, o corpo do rapaz, que havia entrado no rio no domingo e desapareceu, foi achado no Rio Doce em Aimorés na terça-feira. “A vítima foi encaminhada ao Posto Médico-Legal de Governador Valadares para exames que irão determinar a causa da morte. A PCMG instaurou procedimento preliminar para apurar as circunstâncias dos fatos”, informou.

O Centro Estadual de Ensino Médio em Tempo Integral (CEEMTI) Baixo Guandu divulgou uma nota em que lamenta a morte do aluno. “É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento do nosso estudante Guilherme Trindade Gonçalves, que nos deixou de forma inesperada”, diz a nota.

“Sua partida deixa uma saudade enorme no coração de colegas, professores e de toda a nossa comunidade escolar. Neste momento de dor, nos unimos à família e aos amigos para oferecer todo o nosso apoio, carinho e solidariedade. Que Deus conforte cada coração que chora sua ausência e dê força a todos que o amavam. Guilherme viverá em nossa memória”, disse a escola, por nota.

A reportagem procurou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, mas não obteve retorno até a última atualização deste texto. No entanto, para a imprensa local, os bombeiros disseram que Guilherme desapareceu enquanto nadava com um amigo no rio.

Assustado, o outro jovem conseguiu nadar até uma ilha situada a cerca de 200 metros da margem, onde ficou ilhado, sendo resgatado ainda no domingo por um pescador. O trecho do rio onde ocorreu o afogamento é considerado perigoso por conta das pedras e da estrutura do cais, que possui um muro com altura entre cinco e sete metros.

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