DEDICAÇÃO E FÉ

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Pastor Roberto Kunzendorff completou 50 anos na vida religiosa e carrega consigo uma rica história de vida.

O semblante sereno do capixaba Roberto kunzendorff se une a um homem forte e muito vivo, sendo um dos maiores lideres evangélicos de Nova Venécia, como consideram os fiéis.

Com 50 anos de pastoreio, Roberto carrega consigo uma rica história de vida.

Nascido no interior de Domingos Martins, o pai que era professor e contador, resolveu levar o filho aos 10 anos de idade, para um internato, para também seguir a mesma profissão, a de lecionar. Seu Ramar (in memória) instalou o menino na localidade interiorana capixaba de São João Grande, para estudar. Dali, o garoto mudou para Baixo Guandú e por fim, Porto Alegre, tudo para seguir a tão sonhada carreira que o pai escolheu.
“Quando chegou ao último ano de pedagogia, ele foi aconselhado a mudar e estudar teologia, e foi o que fez”, diz dona a esposa, Íris.

O homem que antes também serviu o exército, iniciou o curso de teologia em 1962, e formou-se em novembro de 1966, aos 28 anos, na Universidade Luterana do Brasil, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Seu Roberto é de uma família de 11 irmãos, e somente ele seguiu a missão do ser pastor, tendo os pais ainda vivos na época da formatura. A mãe se chamava Cecília.

A vinda para Nova Venécia

Assim que se tornou pastor seu Roberto liderou a primeira igreja da sua carreira, em Canguçu, Rio Grande do Sul. De lá em diante, o religioso passou por vários lugares, retornando ao Espírito Santo em 1972, para o Norte do Estado, Vila Valério. Já em 1986, pastor Roberto chegou a Nova Venécia, para liderar a Igreja Luterana Concordia, do bairro Margareth, por 15 anos. Depois disso, a vez foi da igreja do Bela Vista, a Castelo Forte, por mais 13 anos, se aposentando há cinco anos.

Uma vida a dois O namoro do casal demorou a acontecer. Seu Roberto, hoje com 78 anos, A vinda para Nova Venécia morava em Porto Alegre, local onde também estudava.

Dona íris, 73 anos, no Município de Santa Rosa. Uma distância de 500 quilômetros um do outro.

Tudo começou quando eles se encontraram em um evento da igreja. Dona Íris, além de trabalhar no comércio, também exercia algumas funções religiosas. “Nos conhecemos em 1962, mas o namoro começou três anos depois. Era muito longe e nos correspondíamos por cartas. Até que um dia ele viajou para minha casa e pediu a minha mão em namoro aos meus pais”, fala.

Dois anos após o pedido apaixonado, dona Íris e seu Roberto se casaram. Ele tinha 28 anos, e ela 23. A cerimônia aconteceu no dia 14 de janeiro de 1967, completando no próximo mês, 50 anos de casados.

Da união, quatro filhos: Raquel, Cláudia, Lia e Roberto Júnior, que também é pastor em Brasília. Os netos são sete: Henrique, Eduardo, Rebeca, Sara, Pedro, Sophia e Luther. “Ele adora ler e viajar. Estar com os amigos também faz parte da rotina dele, que também é sempre convidado para ministrar palestras”, diz a esposa, que é só elogios para o marido. “Eu sou muito feliz sendo mulher dele e nossa caminhada sempre foi unida, sempre trabalhamos pensando no próximo”.

O líder religioso é exemplo de fé para novas gerações. O pastor é um ícone e falar o nome dele é falar em ética, respeito e honestidade. Kunzendorff é, sem dúvida, uma das maiores representações evangélicas viva, de Nova Venécia, hoje.

» Pastor Roberto e a formatura, em 1966, e com parte da turma, em reencontro no mês passado, em Florianópolis
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» Roberto Kunzendorff formou na Universidade Luterana do Brasil, de Porto Alegre, em 1966
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Luterana do Brasil, de Porto Alegre, em 1966
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