Sobre o caso
Uma bebê de um apenas um ano morreu em um acidente envolvendo um carro que transportava uma família, na tarde deste sábado (5), em uma estrada na zona rural de Pinheiros, no Norte do Espírito Santo. A informação consta no boletim de atendimento do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes).
O documento detalha que um homem e uma mulher pediram socorro relatando acreditar que um dos filhos do casal estaria sem vida após o veículo bater contra um barranco. O chamado indicava que o pai da criança estava muito ferido e que a mãe segurava o filho no colo, totalizando quatro vítimas no local do acidente. Um vídeo mostra o veículo após a batida e equipes de socorro prestando atendimento no local.
Segundo a Polícia Militar, quando a equipe chegou ao local “foi constatado que o condutor de um carro perdeu o controle da direção e bateu contra um barranco às margens da via. Com o impacto, o veículo rodou e uma criança de um ano, que estava no colo da mãe, no banco dianteiro do passageiro, foi projetada contra o para-brisa e morreu no local. A perícia foi acionada”.
Conforme a PM, “o condutor, a mãe da criança e outro filho, de três anos, foram socorridos pelo Samu/192 e encaminhados para atendimento médico. O motorista fez o teste do bafômemtro , que deu negativo. Também foi constatado ainda que o veículo estava com o licenciamento em atraso e que o condutor é inabilitado. As medidas administrativas cabíveis foram adotadas. O motorista foi conduzido à delegacia”, procedimento considerado padrão em acidentes com morte.
A Polícia Científica informou que a perícia foi acionada na noite de sábado (05), às 18h03, e que o corpo da vítima, uma menina de 01 ano, foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML), em Linhares, para ser necropsiado e, depois, liberado aos familiares.
A Polícia Civil informou que o motorista do carro, de 24 anos, pai da menina, “conduzido à Delegacia Regional de Nova Venécia, foi autuado em flagrante por homicídio culposo na direção de veículo automotor. Ele foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP), à disposição da Justiça”.
A Polícia Militar foi demandada pela reportagem, mas não havia dado retorno até a última atualização deste texto.








