Cloroquina estará disponível em Nova Venécia a partir de segunda-feira (06)

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O secretário de Saúde, Felipe Barbosa dos Santos, falou das exigências para o uso do medicamento

O Conselho Municipal de Saúde de Nova Venécia aprovou o protocolo elaborado pela comissão de saúde que regulamenta o uso da cloroquina por pacientes que optarem pela medicação para fazer o tratamento contra Covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde confirmou nesta sexta-feira (03) que a medicação já foi solicitada junto ao Governo do Estado e que já providenciou o envio ao município. A medicação estará disponível em Nova Venécia na próxima segunda-feira (06).

De acordo com o secretário de Saúde de Nova Venécia, Felipe Barbosa dos Santos, o uso do medicamento poderá ser feito, desde que respeitadas algumas questões. “A cloroquina é um medicamento que divide opiniões entre os profissionais de saúde. A partir da semana que vem o município vai começar a disponibilizar, porém deverão ser respeitadas algumas normas. Não é apenas solicitar a medicação. O medicamento deverá ser estritamente prescrito pelo médico. Além disso, o paciente que optar pela utilização também deverá assinar um termo de responsabilidade”, diz.

Além da exigência da receita médica, o medicamento só será disponibilizado mediante um termo de consentimento e esclarecimento celebrado entre o paciente e profissional médico.

Devido à alta procura, a cloroquina se tornou um medicamento escasso no mercado. No Espírito Santo, poucos municípios conseguiram finalizar o protocolo para fazer adesão.

Essa é mais uma entre tantas outras medidas adotadas pelo município para conter o coronavírus. Esta semana, com a mudança na classificação do município de Nova Venécia de moderado para risco alto, foi iniciada a alternância no funcionamento do comércio, além da constante desinfecção de ruas e locais públicos, barreiras sanitárias, acompanhamento através do Gabinete de Monitoramento, abertura do Centro de Atendimento para Enfrentamento à Covid-19, entre outras ações.

“Vale sempre lembrar que a ação mais eficaz para evitar a proliferação continua sendo o isolamento social”, conclui o secretário de Saúde.

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