sábado, outubro 10, 2026
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Além de carbonizado, corpo achado em Ecoporanga apresentava “sinais de agressão”, diz polícia

Vítima foi localizada nesta terça-feira (30) em local conhecido por encontros amorosos; Polícia Civil investiga se homem desaparecido desde segunda-feira (29) caiu em uma emboscada

Além de parcialmente carbonizado, o corpo encontrado na manhã desta terça-feira (30), em uma área de difícil acesso na região conhecida como Ponte do Maia, na zona rural de Ecoporanga, no Norte do Espírito Santo, apresentava “sinais de agressão”, de acordo com a Polícia Militar.

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Os investigadores da Polícia Civil acreditam que a vítima assassinada seja Sílvio Soares, que estava desaparecido desde segunda-feira (29).

Sílvio Soares. Crédito: Obtida pela Rede Notícia

A reportagem apurou que o local onde a vítima foi encontrada morta é conhecido como ponto de encontros amorosos, e a polícia apura se alguém marcou uma emboscada para a vítima ser assassinada.

Segundo a Polícia Militar,a corporação foi acionada após um homem comparecer à sede da 2ª Companhia da PM na cidade relatando ter encontrado uma motocicleta incendiada em uma área de vegetação próxima a uma plantação de eucaliptos e um canavial, na zona rural da cidade.” No local, as equipes constataram a presença de um corpo parcialmente carbonizado sob o veículo. A perícia da Polícia Científica foi acionada. Foram constatados sinais de agressão no corpo. As guarnições realizaram diligências na região, porém nenhum suspeito foi localizado’, comunicou a PM.

Moradores de Ecoporanga em conversa reservada com a reportagem da Rede Notícia disseram que Sílvio era “muito querido por todos” na cidade.

A Polícia Científica informou que “o corpo da vítima foi encaminhado para a Seção Regional de Medicina Legal (SML), onde passará pelo processo de necropsia. Posteriormente, será liberado para os familiares”.

A Polícia Civil informou “que o caso seguirá sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Ecoporanga e até o momento, nenhum suspeito foi preso”. Acrescentou que “informações podem ser compartilhadas de forma sigilosa por meio do Disque-denúncia (181), que é uma linha de contato gratuita, disponível em todos os municípios do Estado. As informações passadas pela comunidade podem ser cruciais para o avanço das investigações”.

SOBRE O CASO:

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